Sobre o autor:

 


 

 

 

 

 

"Não é sempre que aparece um romance maduro, feito para durar, com atributos de clássico. Se as qualidades de um clássico são determinadas, entre outras coisas, pelo uso da linguagem, pela economia de meios e pela capacidade de espelhar a alma humana ou de reproduzir ou imaginar um construto social convincente, então talvez tenhamos em Cidade livre, de João Almino, um clássico no horizonte do possível."

Eustáquio Gomes - Caderno Ideias, Jornal do Brasil

 

"Uma das principais virtudes da ficção literária é conseguir saltar as barreiras que a separam da história oficial. Isso acontece somente com as obras-primas e os grandes escritores. O diplomata João Almino, em seu quinto livro de paisagens brasilienses, escreve uma narrativa que alia a pesquisa histórica à imaginação de um ficcionista delicado, que caminha com segurança entre fato e invenção. Trata-se de Cidade livre."

-Correio Braziliense

 

 

"Se, como até aqui João Almino ocupou o posto de 'romancista de Brasília', ou como diz Silviano Santiago, o mais completo 'autor' de Brasília, o imponente título que pode, talvez, soar por vezes pesado, o leva para o decisivo espaço de narradores de cidades, e o coloca em confronto com algum de nossos mais importantes escritores, especialmente os narradores que se ocuparam da antiga capital, do Rio de Janeiro.
... Está traçada a estratégia literária que vai conduzir a narrativa neste que, a meu ver, é o mais sofisticado dos romances de João Almino.
Com o vasto tecido  que é a linguagem, vai sendo costurado o relato da criação de Brasília... A narrativa vai seguindo pelo avesso costurado. Pontos precisos, medidos, planejados, previstos. E os restos crescendo no entorno.”
Beatriz Resende

 

"Cidade Livre impressiona... Reafirma João Almino como romancista de Brasília, mas ele é bem mais... Ficção envolvente sobre história viva.  O leitor, progressivamente seduzido, acaba tragado pela engenhosa armadilha urdida pelo pseudocronista da capital”

Ronaldo Costa Couto, Ilustrada, Folha de S. Paulo

 

 

Esse novo e extraordinário romance de João Almino redefine a nação brasileira como algo que esteve para ser inventado pelos homens São as vozes migrantes que o ouvido afinado de João Almino vem surpreendendo. Capta-as com a sua implacável kodak romanesca… João Almino mói no áspero. Amor e amizade. Sexo e sensualidade. Desejo e violência. Daí o naipe de personagens, que tanto aponta para as transformações revolucionárias que deveriam ter sido quanto para as mutações comportamentais que estão sendo."

- Silviano Santiago

 

 

 

"Quando o leitor cai em si, foi tragado: Braslia erigiu-se em microcosmo e metfora do pas, do universo, da existncia, ou desse torvelinho vertiginoso que a subjetividade.

- Walnice Nogueira Galvo

 

 

"Entre os melhores autores de nosso país. O Brasil está resumido em suas páginas, que são verdadeiramente antológicas."

- Moacyr Scliar

 

"Ao ler João Almino e uns poucos outros sinto que a literatura brasileira continua viva e efervescente, porque ele tem coisas a contar, fala do país e do homem brasileiro, tem estilo -- estilo é o que falta a um mundo de autores; estilo é o que marca um escritor. Essa é a nova literatura brasileira."

- Ignácio de Loyola Brandão

 

"Uma das vertentes que me fascinam no romance contemporaneo é a liberdade que ele pode se dar na mistura de gêneros. João Almino está fazendo isso com maestria. Em 'Cidade Livre', a solução do blog virtual que não chega a aparecer mas com o qual o narrador, mesmo assim, dialoga, é muito inteligente. E um revisor com o nome do autor acrescenta a isso outra camada muito provocadora e rica. Fica uma estrutura rigorosa e amarradinha em torno da qual tudo pode dançar. E dança bem... É empolgante a atmosfera da construção da cidade, tão bem recriada (fui lá duas vezes, nessa época), já guardando em si tanto do que eclodiria depois."
- Ana Maria Machado

 

"Almino tem sempre incorporado com grande criatividade técnicas derivadas do universo audiovisual e digital, compondo um dos mais fecundos diálogos contemporâneos -- e não me refiro apenas à literatura brasileira -- acerca do lugar ou dos lugares da literatura e do literário."

- João Cezar de Castro Rocha

 

"Os dois ltimos pargrafos so simplesmente grandes. Grandes pelo que em si dizem, mas tambm pelo que dizem um ao outro: a fonte incerta que o cronista vido visita e inventa (a vontade inspiradora de Sayo, o segredo paterno enterrado logo aps o sacrifcio de Valdivino, a genealogia torta e obscura do sonho de Braslia, de um Brasil que se apaixona por si mesmo, por assim dizer) e, no ltimo pargrafo, essa espcie de devoluo daquilo que o narrador viveu, na figurao do instante longnquo de um contador-cantador que anuncia a verdura de um futuro desejado, entrevisto no desejo do ar laranja que balana o signo do desejo, as saias da tia, de algo que e no familiar.
"Foi delicioso ler. E, por vcio ou por ofcio, pus-me a pensar nos dilogos estabelecidos com a tradio literria brasileira.
"O final me fez pensar na voz narrativa de Macunama, do Mrio de Andrade que se entremostra naquele contador de causos que reconstri a arca da memria porque "ouviu falar"... A diferena que no h papagaio palrador na histria candanga, embora o esforo de recomposio da histria seja tambm a tentativa de escuta de uma voz teimosa e, no caso de Cidade Livre, jogada entre o pleno encantamento do futuro e a dureza que enfrentam os que resolvem dar forma a ele.

"E quanto ao J.A. que escreve, e que auxiliado pelo impertinente revisor Joo Almino, bem... A no preciso nem dizer em que outro diplomata pensei! O da pena vadia, ningum menos.
" um lindo livro."

- Pedro Meira Monteiro

 

A ideia da mistura se espalha pela narrativa de Joo Almino, que junta personagens reais a seres imaginrios, acontecimentos histricos a sonhos antigos, fatos a fices. A figura encoberta de Valdivino est no corao do romance, como um sinal dessas fundaes que, em geral, preferimos esconder, ou esquecer alicerces que a arquitetura modernista tratou de desenterrar e de expor.

- Jos Castello

 

 

O livro deliciosamente bem escrito, com linguagem fluente e bem cuidada. O texto encanta pelo ritmo, oscilando da loquacidade s reticncias, da voluptuosidade imagtica simplicidade narrativa.
A leitura, atraente no estilo, cativa tambm pelo enredo.
Mas a fora do romance vai ainda alm Joo Almino, ao escrever, faz Histria. Ao fazer Histria, fermenta a fico. Nesse vai-e-vem, nessa fronteira coleante, Joo Almino vai encontrando a alma de uma cidade nova, surgida quase que de um dia para o outro, e que encantou o mundo inteiro ao nascer.

- Gunter Axt

 

No um romance apenas, um documento precioso que capta o mundo submerso da histria recente de uma cidade, de um pais e de uma forma de vida profundamente ancorada nas tradies (talvez esquecidas) do Brasil.

- Kathrin Rosenfield

 

 

Joo Almino faz questo de preservar ambiguidades inerentes aos fluxos da vida, e entra nessas guas valendo-se de matrias e perspectivas diversificadas, tanto em sua elaborao formal como nos fatos relatados, ficcionais ou histricos. Quaisquer analogias entre eles conformam unidades (cambiantes) a recobrir matrias que so heterogneas. Quando o narrador procura resgatar tais unidades pela memria, busca princpios de inteligibilidade para fatos e pessoas, mas os desenhos da vida representada ficcionalmente no deixam de destacar a heterogeneidade de suas facetas, mais claras ou obscuras, amplas ou restritas, conforme os ngulos ou a dimenso das frestas, que canalizam suas observaes.

- Benjamin Abdala Junior

 

A pesquisa em arquivos intensa. No s os cadernos manuscritos deixados pelo pai, acompanhados de verses da tia Francisca e, menos, de tia Matilde, mas jornais, revistas e fotografias, ajudaram o narrador a fazer to prodigioso restauro de uma poca que ganha vida, surge do nada, levantada pela fora dos objetos, das coisas, dos filmes que eram exibidos no cinema da Condessa, da moda, dos carros, dos mveis de pernas palito. Cores, cheiros, percepes de um mundo em movimento.

- Anglica Madeira


"Um notvel ficcionista!"O livro das emoes" exatamente isso, uma fonte de emoo literria como raramente se v. E realmente o Brasil est em suas pginas."

-Moacyr Scliar

 

"O Livro das Emoes explora uma vez mais a cidade, com sua fracassada utopia modernista... uma viso existencialista - e muito original - de Braslia."

- Revista Veja

 

“O escritor Joo Almino j nos deu provas afirmativas do seu talento como ensasta perspicaz e narrador atento. Agora, ele retorna para o nosso convvio com o 'Livro das Emoes' -- uma densidade bem administrada e uma narrativa vigorosa.”

-Eduardo Portella, Professor Titular Emrito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Membro da Academia Brasileira de Letras e Diretor de Pesquisa do Colgio do Brasil.

 

"A presença de um rigoroso trabalho técnico de estrutura e de linguagem é transparente."

-Helosa Buarque de Hollanda, Caderno Idias, Jornal do Brasil

 

"João Almino, fiel às nossas mais caras tradições literárias, mas sem deixar de ser moderno, reforça a posição que já alcançara com os dois livros anteriores: a de um dos melhores romancistas de suaO LIvro das Emoes, de Joo Almino geração."

          - Adelto Gonçalves,  Jornal da Tarde.

 

 

"Este é um romance de intensidades, de encontros apaixonados, tanto para o narrador quanto para o leitor A trajetória de João Almino como romancista parece exprimir, numa versão condensada, a história do romance durante o último século: tendo atravessado vários níveis de experimentação formal, tendo se engajado em múltiplas estratégias para provocar seus leitores de maneira produtiva, ele é agora uma poderosa presença no que poderíamos chamar a veia existencialista do gênero."
  - Hans Ulrich Gumbrecht - Albert Guérard Professor in Literature, Stanford University, membro da American Academy of Arts & Sciences

 

Espero cada livro de João Almino com a certeza de que vou encontrar em suas páginas uma surpresa inteligente. E nunca diminuiu meu assombro. Ele é um narrador quase único, que sabe transmitir idéias profundas sem que estas tirem vida da substância das histórias que conta Diferentemente da invasão de romances lineares e verborrágicos que ficaram na moda, a narrativa de João Almino avança com grande velocidade dando saltos na ação. Não preenche páginas por preenchê-las. Não fala demais. Não se detém onde não é necessário e nunca é previsível.
 - Alberto Ruy-Sanchez, escritor

 

...Almino vislumbra na ficcionalidade uma forma especial de pensamento... O romance de Almino propõe assim a verdadeira força da experiência literária: literatura é pensamento em ação; literatura é filosofia que não pára de pensar.
- João Cezar de Castro-Rocha, Crítico literário e Professor de Literatura da UERJ

 

"O deslizante jogo de engodos, que esta narrativa empreende, enfeitiça e leva o leitor pelo nariz."

           -Walnice Nogueira Galvão

 

"Como é habitar a pós-utopia? Em seu brilhante romance, que faz pensar, João Almino capta as contradições da vida cotidiana em Brasília neste cenário belamente retratado em As Cinco Estações do Amor  que Ana, a heroína vibrante de Almino, e seu surpreendente círculo de amigos aprendem o que é a identidade e o que ela pode ser."
- Marjorie Perloff, autora de The Vienna Paradox e The Futurist Moment e Professora Emérita de Literatura Comparada na Universidade de Stanford

 

 

"O modo da narrativa é o de um travelling envolvente que se deixa arrastar por várias personagens e situações, muito diferentes entre si, nas quais ressalta a habilidade de João Almino para a confecção de biografias, como certa vez destacou João Lafetá, ou de instantâneos biográficos, como talvez se pudesse dizer, tendo em vista a analogia com as fotografias que ordenam a narrativa. Ressalta, também, a sua capacidade de manter o fio narrativo bem seguro em meio à variedade de registros produzidos pelo narrador. Aproveitando a deixa do próprio narrador, imagino chamar de voyeurismo cego a esse modo narrativo, finamente explorado nesta quarta parte do romance brasiliense de João Almino."
- Alcir Pécora, Professor de Teoria Literária da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

 

"Afirmar que esse livro representa a maturidade ficcional de João Almino é  muito pouco. No entanto, se alguém dissesse que através de O livro das emoções o autor atinge a sua decantação de linguagem, a observação traduziria de fato o que a obra traz de novo. Aqui o estilo dos romances de João não sofre qualquer desfiguração, mas apenas o aprimoramento de um escritor que conhece seu ritmo, feito de branda loquacidade nas descrições e de muitas reticências na pontuação de sua veia melancólica.
-João Gilberto Noll, escritor.

 

Num trabalho ao mesmo tempo de grande concentração e vasta abrangência, João Almino tem produzido um retrato múltiplo, vividamente detalhado e de ressonância histórica.

-Michael Palmer, poeta, autor de Company of Moths

 

"O romance de João Almino é uma canção de amor à vidaCom destreza e paixão, Almino exprime a promessa momentosa de amizade profunda entre homens e mulheres.

- Mary Louise Pratt, Professora de Literatura Comparada,  New York University

 

este romance que são muitos romances, este romance que fala de amor e suas distintas estações, da amizade e suas cumplicidades, mas que é também um romance político tanto no sentido de que o pessoal é político, como no modo em que fala sutilmente, sobriamente, de etapas de repressão e silenciamento, de medo e desaparecimentos.
- Sandra Lorenzano, Profesora de Literatura y crítica literária argentina

 

"É um estilo necessário na atual ficção brasileira."

           - João Gilberto Noll

 

 

"Se o rock de Brasília foi obra de uma geração, a ficção de Brasília é obra de um homem só: o escritor João Almino."

- Carlos Graieb, na revista Veja

 

"A literatura de João Almino é contemporânea: sem ilusões, impiedoso com as utopias e os sonhos fáceis… A Brasília de Almino não é só uma cidade moderna, mas uma metáfora do mundo moderno."

           - José Castello, Estado de S. Paulo

 

"Um grande narrador e um estilista primoroso… Um texto destinado a ficar. Inteligente, mordaz e lírico…"

-  Haquira Osakabe, no Caderno Mais!, Folha de S. Paulo

        

"João Almino revela seu domínio da arte narrativa no fino humor e ironia que perpassam sua requintada prosa-poética."

- Jorge Schwartz

 

"Um herdeiro de Machado de Assis e Lima Barreto… um escritor senhor de seu ofício."

- Márcio Souza

 

"Sua prosa é clara e elegante."

- Revista Veja

 

"Considerado um dos autores mais brilhantes de sua geração…"

-Folha de S. Paulo

 

"A capacidade de criar ‘biografias’ é admirável em João Almino… as personagens têm força, vivem suas vidas, movimentam-se dentro de mundos delineados com verossimilhança, convicção e bom estilo..."                                           

                 - João Luiz Lafetá, Folha de S. Paulo

                                                                                                             

"Uma voz original no romance contemporâneo, sua narrativa é envolvente, muito bem humorada e faz pensar."

- Ana Maria Machado

 

"Almino introduz formas literárias surpreendentes e temas existenciais que brotam da condição urbana do homem moderno."

- Barbara Freitag

 

"Um livro divertido, malicioso, criativo, cheio de bossas formais e de juventude intelectual. Enfim, um romance contemporâneo."

        -Ledo Ivo

 

"A cultura brasileira é repassada com inteligência e sensibilidade por João Almino, numa síntese e numa apropriação feliz de Machado de Assis e Oswald de Andrade..."

- Regis Bonvicino, Jornal do Brasil

 

"João Almino é simultaneamente o grande narrador que já nos deu demonstrações da sua capacidade de criar e um politicólogo,  alguém que reflete o tempo todo sobre o Brasil, tanto na sua narração quanto no seu ensaio político."

         - Eduardo Portella

 

"Retornar à casa também não como fuga do presente, nem como nostalgia de uma infância e passado idealizados, perdidos, como gesto de memória depois da vida vivida, mas como gesto de construção, mais do que de reconstrução, mais do que um lugar, uma possibilidade de encontro. Voltar para uma casa, onde se possa novamente pertencer. Não tanto a literatura da casa-grande, da casa patriarcal, arcaica, mas a frágil casa do presente, mas ainda possível.  Construir uma casa afetiva, uma família conquistada. A este desafio é que As Cinco Estações do Amor de João Almino se lança, em que a própria escrita é uma casa espiritual nova, um abrigo."

         - Denilson Lopes, Pensar, Correio Braziliense.

 

"Este é um romance fascinante, sábio e pleno de informação, e ninguém interessado no Brasil contemporâneo deveria deixar de lê-lo."

- David Beaty, escritor

 

"Às vezes reminiscente do realismo psicológico de Graciliano Ramos, enquanto ocasionalmente ecoa personagens de Clarice Lispector que atravessam preciosos e dolorosos momentos de epifania, As Cinco Estações do Amor de João Almino retrata corajosamente o tropo físico embora imaginário de Brasília como lugar de trans-formação... Este é um romance que de maneira convincente e tocante ilustra a teoria do trans em formação.

- Dr. Steven F. Butterman, Diretor, Programa de Português, Departmento de Línguas e Literaturas Modernas, Universidade de Miami

 

"Poucos autores são capazes de traduzir os anseios e os desejos femininos com precisão. João Almino soube usar sua pena com maestria."

        - Darlene Menconi, IstoÉ

 

"O escritor retoma... algumas de suas obsesses: a passagem inexorvel do tempo, a tensa relao humana, a reconstruo da memria individual (que tambm coletiva)... Contrariando certa corrente da literatura contempornea que se limita a descrever situaes, Almino pertence estirpe daqueles autores que expem e examinam os estados de alma dos personagens, amplificando as possibilidades de apreenso e reflexo sobre o fato narrado."

        - Luiz Ruffato, Guia da Folha

 

"Autor de vrios romances ambientados em Braslia, em Samba Enredo Joo Almino introduziu de modo pioneiro a linguagem da internet nas pginas da fico mostrando como a cidade que simboliza as utopias e os fracassos do Brasil tambm pode estar na vanguarda da literatura."

        - Manuel da Costa Pinto

 

"Não há dúvida, portanto, que por trás da fantasia e do humor, esconde-se um arguto romance de idéias...Servindo-se de um humor afiado e elaborando uma sátira contundente, João Almino retoma e renova o melhor da linha carnavalizante da literatura brasileira, que se estende de Gregório de Matos a Márcio Souza, passando por Manuel Antônio de Almeida e Oswald de Andrade. Estamos diante de um escritor que combina um habilidoso domínio da técnica narrativa e uma grande agilidade no uso da linguagem com uma profunda preocupação com os descompassos do Brasil contemporâneo."

- Luiz F. Valente, Brown University, Chásqui: Journal of Latin American Literature (sobre Samba-Enredo).

"Almino mergulha com intensidade no universo feminino, e o faz com tamanha fluidez que seus leitores (e leitoras, claro) devem se perguntar como entende tão bem a alma de uma mulher, transitando com naturalidade pelas angústias e questionamentos de sua protagonista."

        - Claudia Barcellos, Eu&/Cultura, Valor.

 

 

"Sem arroubos, a literatura de Almino é feita de inteligência e argúcia, apurada. Por isso as demoras: biscoito fino leva mais tempo para ser feito."

           - Paulo Paniago, Pensar, Correio Braziliense.

 

 

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